
Florença é minúscula, e esse é justamente o problema. Dá para atravessar o centro histórico em vinte minutos, o que significa que todo visitante fica parado nas mesmas poucas ruas na mesma hora. Por isso esta página se inclina para o outro lado do rio, rumo ao Oltrarno, onde ourives e encadernadores ainda trabalham em ateliês que suas famílias usam há gerações e onde os florentinos de fato vivem. O Duomo e a Uffizi também estão aqui, com as dicas de horário que decidem se você vai encarar dez minutos ou uma hora de fila.
Como usar este guia: as abas no topo levam você entre roteiros, lugares para ver, restaurantes, hotéis, experiências e bate-voltas. Em qualquer aba, abra o mapa para ter uma visão muito mais clara de onde tudo fica e de como Florença se conecta entre o Duomo, o Arno e o Oltrarno. No seu celular, toque em Baixar o App (ou adicione esta página à tela inicial) para ter o guia inteiro a um toque de distância. Com pouco tempo? Pule para os ⚡ Fatos Rápidos abaixo.
Este guia completo de viagem de Florença cobre como se locomover a pé, a chegada de trem de Roma ou Pisa, quando reservar a Uffizi e a cúpula do Duomo para realmente conseguir entrar, onde comer longe dos menus turísticos, bate-voltas pela Toscana e as dicas para economizar que a maioria dos visitantes só descobre no último dia. Seja para conhecer o Renascimento, a comida ou passar três dias perambulando pelo Oltrarno, salve esta página antes de reservar seu voo.
Florença é a capital da Toscana, uma cidade compacta de cerca de 360,000 pessoas às margens do rio Arno, e o lugar onde o Renascimento começou. A cúpula de Brunelleschi sobre a catedral era a maior do mundo quando ficou pronta em 1436 e ainda é o ponto por onde você se orienta de qualquer lugar do centro. O núcleo histórico é tombado pela UNESCO e pequeno o bastante para ser percorrido a pé de ponta a ponta, o que é ao mesmo tempo o seu grande prazer e a razão de parecer tão lotado no verão.
Seja em um fim de semana ou em uma semana inteira, as seções abaixo mostram como se locomover a pé, onde se hospedar longe da multidão, onde comer onde os florentinos comem e como programar os grandes pontos turísticos para que as filas não devorem sua viagem.